Comprar Filhotes De Cachorros

16 Feb 2018 10:46
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reporte_espiral-vi.jpg Luna é uma labradora de 8 anos, Twiggy, um poodle toy de 5, e Mel, uma dálmata de 6. De raças, portes e temperamentos bem diferentes, os 3 têm no mínimo uma coisa em comum: medo intenso de veterinários. Basta chegarem ao consultório, às vezes imediatamente no meio do caminho, que começam a tremer, arfar, colocam o rabo entre as patas traseiras e chegam a continuar agressivos.Luna corre pra trás das pernas de tua dona, a criadora de cães Deonice Trombetta, cinquenta e seis, só de olhar o jaleco branco do doutor. Pela hora de por em cima da mesa, deste jeito, é um palpável escândalo. O que é considerado por vários um modo normal dos animais poderia não existir se os donos trabalhassem melhor as visitas ao "homem de branco".Em geral, as pessoas só levam os bichos ao veterinário para tomar vacinas ou em caso de doença, fazendo com que os encontros pareçam sempre desagradáveis. Para Mel, a dálmata da advogada Claudia Inês Kagan, 38, o trauma veio de um acontecimento no momento em que ainda era filhote. Ela foi comprada quando estava numa gaiola. A dona acredita que este foi um dos fatores para o pânico. Também, aos 8 anos de idade, a cadela passou por uma cirurgia na pata depois que se enganchou no ferro de um banco de praça.Os próprios veterinários acreditam que circunstâncias como estas explicam a fobia. Porém a principal memória do animal está associada ao olfato. Mauro Anselmo Alves, veterinário que cuida de Luna, diz que o cheiro de alguns medicamentos ou o exalado por outros cães aflitos conseguem fazer com que o bicho sinta que vai transportar uma picada chata ou ter a orelha limpa. Está desencadeado o medo", explica.Segundo ele, uma parcela significativa dos animais tem medo em razão de o respectivo dono do bicho teme uma ida ao consultório. Veterinários e adestradores explicam que, além da liga ao incômodo e à aflição, os donos também tendem a reagir ao pânico do animal de uma maneira que o deixa ainda mais inseguro.Vinte e dois "Super Cebolinha" 11 de setembro de 2010quatro Predação e maus tratosDesfrutar que é fofinho e apertar com as mãos122 06 "Gênio da latinha" 5 de abril de 201730min da manhã1 copo de leite integral de caixinhaAo ver de perto o animal com temor, as pessoas reagem com compaixão, falando frases como: ‘Cachorrinho, está tudo bem, viu? Não vai doer, ele é amigo’. O cão percebe o tom de insegurança na voz do dono. Quer dizer, ele vê o teu líder mostrando sinais de fraqueza", diz Dennis Martin, adestrador e afiliado do British Institute of Professional Dog Trainers (entidade britânica de treinadores de cães).Uma circunstância deste tipo pode levar o animal a ficar violento e ambicionar atacar o veterinário, o que não passa de uma ação em legítima defesa, no esquema "ou mordo ou morro". Da última vez que Twiggy esteve no consultório para examinar um caroço em teu corpo, a estudante de ciências sociais Bárbara Brogelli, 19, e seu namorado tiveram que fazer uma verdadeira operação especial. Ele começou a rosnar e avançar. Além da possibilidade de um veterinário que pareça simpático em tão alto grau ao dono quanto ao animal, uma bacana dica é acostumar o bicho ao consultório desde filhote.A melhor época pra esta finalidade é a fase de habituação (acostumar-se com instrumentos e lugares) e socialização (acostumar-se com pessoas), que começa a partir dos 2 meses de existência. Leve o bicho pra ceder uma volta no veterinário. Antes mesmo das primeiras vacinas, só pra que ele se familiarize ", diz Mauro. Para as pessoas que não domina como agir pela hora da consulta e tem vontade de consolar o animal, vale o velho ditado: muito ajuda quem não atrapalha. Na maioria das vezes, dono calado poderá ser um excelente medicamento para o pânico. Tremer, botar o rabo entre as pernas, arfar, babar além da medida, urinar, ficar imóvel, estar com orelhas baixas, tentar se camuflar, latir, rosnar ou morder.Possibilidade um veterinário simpático a você e ao animal. Visite a clínica antes, para olhar se ela o deixa seguro. Acostume o animal a dirigir-se ao veterinário desde filhote, para experiências agradáveis como adquirir um petisco ou um brinquedo, e não só para consultas ou vacinas. Procure marcar hora para que o cão não espere em um ambiente inusitado e perto de outros animais com pânico.Impossibilite frases como "não vai doer" e "ele é amigo" em tom inseguro. Não dê mais atenção, mesmo que possa ser através de bronca, no momento em que ele tiver comportamentos negativos, como bater em retirada, morder ou rosnar. Se o bicho estiver muito nervoso, o veterinário pode usar produtos fitoterápicos ou o DAP ("Dog Appeasing Pheromone"), feromônio apaziguador, um item sintético que imita substância exalada pelas mães no momento em que amamentam filhotes.Tenha consciência de que esta comprando um ser vivo que dependerá de seus cuidados pra viver. Como um filho faça uma programação, pra ver seu tempo, espaço, disponibilidade, se todos pela casa aceitarão, avalie tudo. O que vai fazer quando viajar? Pesquise a raça pretendida, por esse site inclusive tem dicas de imensas raças.Pesquise inclusive seus pontos fracos de temperamento e doenças. Não seleção o cão só por aparência, saiba as tuas necessidades de espaço, de tempo de disposição, da alimentação adequada, da manutenção de pêlos e da sua higiene. Faça um planejamento no orçamento, porque cuidar de um ser vivo requer gastos básicos e incidentes (remédios, consultas, operação, etc.).

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